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TESTE ANTI-HIV - Como se faz?







Teste do VIH, muitas vezes denominado "teste da SIDA"



O primeiro teste utilizado é o ELISA ("Enzyme-Linked ImmunoSorbent Assay"). Trata-se de um teste para verificar se o sangue de um indivíduo contém anticorpos contra o vírus da SIDA, o VIH. Este teste não consegue identificar o vírus propriamente dito, nem o ácido nucleico viral, mas sim os anticorpos que são proteínas especiais produzidas pelo sistema imunitário do indivíduo infectado e que combatem o vírus. Se estes anticorpos forem encontrados, o teste é "positivo". Neste caso, o ELISA é repetido para garantir os resultados.

Se o segundo ELISA apresentar novamente um resultado positivo então, é efectuado um outro teste mais sensível denominado "Western blot" . Se o "Western blot" for positivo, testa-se uma segunda amostra de sangue com o mesmo teste. Um indivíduo é considerado "seropositivo" apenas quando todos estes testes tiverem resultados positivos. Os resultados de falso positivo são extremamente raros (cerca de 1 em cada 20 000 testes).

Uma vez que o sistema imunitário necessita de

Outros exames usados no tratamento de HIV/AIDS

A contagem de células-T CD4 não é um exame de HIV, é mais um procedimento em que o número de células-T CD4 em um microlitro de sangue é contado em um teste laboratorial médico padrão, depois de uma retirada de sangue.
Este exame não checa pela presença do HIV. Ele é usado para monitorar a função do sistema imunológico em pessoas de HIV positivo. Em tais indivíduos, a AIDS é oficialmente diagnosticada quando a contagem cai para abaixo de 200 células ou quando certas infecções oportunistas ocorrem. Este uso como critério de AIDS ocorreu em 1992; o valor de 200 foi escolhido porque ele correspondeu com uma probabilidade aumentada de infecções oportunistas. Baixos níveis de contagem de CD4 em pessoas com AIDS são indicadores de que devem ser instituídas profilaxias contra certos tipos de infecções oportunistas.

Interpretando os exames de anticorpos

O exame ELISA por si só não pode ser usado para diagnosticar a AIDS, mesmo se a investigação recomendada de espécies reativas sugerir uma alta probabilidade da presença do anticorpo para HIV 1 estar presente.
O exame ELISA de anticorpos foi desenvolvido para prover um alto grau de confiança de se o sangue doado não foi infectado com o HIV. Então não é possível concluir que o sangue rejeitado para uma transfusão devido a um exame ELISA positivo para os anticorpos está de fato infectado com o HIV. Normalmente, retestando o doador alguns meses após produzirá um resultado negativo no ELISA.
Todos os exames laboratoriais podem produzir "alarmes falsos", isto é, um resultado positivo em um teste de triagem o qual se mostra negativo em um exame confirmatório. Falsas reações são uma complicação reconhecida de todos os testes biológicos, são perfeitamente normais e não possuem significado para a saúde do doador.
É conhecido que resultados falsos positivo devido a fatores não relacionados à exposição ao vírus do HIV são comuns no teste ELISA. Tais resultados podem ser causados por anticorpos contra outros vírus, anticorpos produzidos pela gravidez e outras condições médicas. Um falso resultado positivo não indica que alguém está com infectado com o vírus da AIDS, nem indica uma condição de risco significante à saúde.

ELISA

O exame ELISA(do acrónimo inglês de Enzyme-Linked Immuno Sorbent Assay) foi o primeiro exame amplamente empregado. Ele tem uma alta sensibilidade. A baixa especificidade deste teste ocorre porque os anticorpos se ligam aos antígenos nos kits de exame "por acaso", mesmo que a pessoa nunca tenha sido exposta ao HIV. Cerca de 80% dos exames ELISA positivos são seguidos por um exames Western blot negativo e, conseqüentemente, considerados como falso positivo.
O teste procede pelo método ELISA geral: o soro sanguíneo da pessoa é diluído 400 vezes e aplicado a uma placa com antígenos HIV. Alguns dos anticorpos do soro podem se ligar a estes antígenos. A placa é então lavada para que se removam todos os outros componentes do soro. Então um "anticorpo secundário" especialmente preparado — um anticorpo que se liga a anticorpos humanos — é aplicado à placa, seguido de lavagens. Este anticorpo secundário está antes relacionado quimicamente a uma enzima. Assim a placa irá conter enzima em quantidade proporcional a de anticorpos secundários. Um substrato para a enzima é aplicado, e a catálise da enzima leva a uma mudança de cor ou fluorescência. Como os resultados ELISA são dados em números, o aspecto mais controverso deste teste é decidir o ponto divisor entre positivo e negativo.

Direitos humanos

A Declaração Política da UNAIDS/OMS sobre o exame de HIV[3] define que as condições sob as quais pessoas submetem-se a testes de HIV devem ser apoiadas em uma aproximação dos direitos humanos, que preza por respeito aos princípios éticos. De acordo com estes princípios, a conduta dos testes de HIV nos indivíduos deve ser:
-confidencial
-acompanhada por um conselheiro
-conduzido com o consentimento informado, o que significa ambos informados e voluntários.

A realidade é que o estigma e a discriminação continuam a fazer pessoas que podem ter sido expostas à infecção por HIV pararem de consentir o teste de HIV.
O teste de HIV e o aconselhamento têm um papel essencial na prevenção de infecções por HIV pelo mundo.

Examinando o sangue do doador e os produtos celulares














Os exames selecionados para examinar o sangue do doador, os componentes sanguíneos e os produtos celulares oferecem um alto grau de confiança de que o HIV não está presente. Uma combinação de testes de anticorpos, antígenos e ácido nucléico é usada pelos bancos de sangue nos países ocidentais. A OMS estimou que, em 2000, o exame inadequado do sangue em alguns países resultou em um milhão de novas infecções por HIV.

HEMOGRAMA COMPLETO

















Na verdade o hemograma não informa se o paciente tem ou não HIV, ele apenas fornece informações importantes para que o médico, reunindo este, com os exames clínicos, e o teste de HIV (método MEIA, ELISA) possa fechar o diagnóstico sobre o caso do paciente.

Um exame de HIV ao dar positivo é necessário uma segunda amostra a fim de repetir toda a seqüência de exames e procedimentos para que o paciente possa receber um resultado positivo confirmado por outras metodologias.
Quanto ao exame não reagente, como perguntou a colega, é padrão adotado que o resultado negativo seja liberado impresso e assinado pelo profissional que realizou o teste como Amostra negativa para HIV.
É importante fazer regularmente consulta médica e exames para avaliações gerais da saúde. Quanto mais cedo a descoberta de qualquer doença, melhor será a resposta ao tratamento administrado.













Duas coisas que necessitamos mudar, um deles é imaginarmos que HIV só acontece nas outras famílias, esqueça isso, o vírus circula em todos os níveis sociais, entre qualquer grupo religioso, homens e mulheres. Outra coisa que precisa mudar, “tenho medo de fazer o teste”, quanto mais cedo descobrir, se for um caso de ser resultado positivo, as dificuldades devem ser menores, a terapia medicamentosa mais programada e menos agressiva, faça o teste Anti HIV e afaste a dúvida. E por último, mas extremamente importante, use preservativo em todas as relações, seja com pessoas conhecidas ou não. O depoimento de um leitor, de alguma forma, pode servir de alerta, acompanhe.


[…] daí a dúvida me atacou, fiz o teste, foram 5 dias de espera, angústia e sofrimento, repensei a minha vida inteira com menos de 20 anos. Finalmente o resultado deu “Não Reagente” para 1 e 2 GRAÇAS A DEUS!! simplesmente sofri tanto que ainda nem me acostumei a ideia, nunca mais vou ter essa dúvida.
Pensamos a vida inteira que nada vai rolar, mas mesmo assim todos estamos sujeitos, alguns pensam que é Deus quem decide, outros que é só se cuidar, mas em primeiro lugar é preciso ter prudência e ser seletivo, pois esses são ambos dádivas de Deus e os mais efetivos meios de se cuidar! A quem é preconceituoso eu digo apenas que pensem melhor, a realidade das pessoas com o vírus já é cruel demais sem o preconceito, não torne pior, ninguém merece isso.
Confesso que ainda tenho muito medo só de pensar sobre o assunto, mas mesmo assim faço esse comentário, espero que ajude a quem passou por essa dúvida e quem está passando agora, façam o teste, não custa saber positivo ou negativo seja feliz! Aos soropositivos digo que nunca percam a fé! Não só em Deus mas em tudo mais, na vida, na felicidade e nas pessoas, não faço ideia do sofrimento mas senti um pouco só de ter a dúvida.





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